São sete as personagens desta obra:
1) Nark Cetay (Atlântida. 10.111 AEC).
2) Caius Galba (Roma, Itália. 33 EC).
3) Juan de Castilla (Ávila, Espanha. 1456).
4) Chuva Prateada (Arizona, EUA. 1853).
5) Ingrid Zweig (Munique, Alemanha. 1938).
6) Pedro Miguel (Lisboa, Portugal. 1948).
7) Annarumma Bu (Blocox, Medilândia. 2477).

A alma de todas elas, porém, é sempre a mesma! O seu empenho fundamental é estimular os seus portadores a contactar com aquilo que eles consideram ser o seu Senhor, o seu Anjo Protetor, o seu Deus, o seu Mestre ou, simplesmente, o seu Amigo Mais Leve. Preferindo esse comportamento, entre tantos outros que poderia preferir, a alma alimenta a esperança de vir a guardar algumas vertentes da Grande Verdade, as considera importantes para a sua evolução. Nem sempre é bem sucedida como gostaria, é certo. Pouco importa; fundamental é a intenção dos seus contactos e, acima de tudo, o seu desejo de evoluir.
COMPRA DO LIVRO — COMPRA DO EBOOK
– Crítica do editor —
Em “Sete Vidas Tiradas do Tempo”, Vitorino de Sousa convida-nos a uma viagem espiritual e filosófica através de sete encarnações da mesma alma: da Atlântida perdida à longínqua Medilândia do futuro. Cada narrativa é uma meditação sobre o sentido da existência, a transcendência e a eterna busca da consciência por si própria.
A escrita, cuidada e profundamente sensível, combina o rigor da narrativa histórica com uma dimensão mística rara. O autor domina o ritmo e o tom de cada época, mas é na voz interior das personagens, sobretudo nas suas dúvidas e revelações, que a obra atinge um patamar de verdadeira universalidade. Há aqui ecos de filosofia hermética, de Jung e de Teilhard de Chardin, mas também de poesia pura, revelando uma mestria literária que transcende géneros.
O romance desafia o leitor a refletir sobre o tempo, a morte e a evolução da alma humana, numa estrutura que une ficção, espiritualidade e introspeção num só gesto artístico. É uma obra de maturidade, escrita com lucidez e emoção, que deixa no leitor uma sensação de continuidade entre as vidas e os séculos: como se, no fundo, também nós tivéssemos sido tirados do tempo.
