Vídeos das simbioses

MOTES DO AUTOR
(Motes alheios mais abaixo)

A alquimia necessária
A arte de um ser português
As peganhentas, cínicas e maldosas
A cura pelas vias naturais
A comunhão com a vida
As forças de concretização
Como os cães do Nilo te corro o corpo
De ti vem a luz que me solta as crinas
Ingénuas, logo mui despassaradas
Maltratando o que é sagrado conspurcas o Infinito
Neste mundo incompleto quem está no Templo, desde o chão até ao teto?
O Feminino no âmbito da Terra
O fundamento da Grande União
O poder do mundo vegetal
Só viverás a paz eternamente quando viveres desprendidamente
Se não fazes birra, do Mago Rei não terás mirra
Um convite à renovação
Vivendo em paz, o meu coração sente-se agradecido


MOTES ALHEIOS

Fernando Pessoa
Sentir?… Sinta quem lê!


Florbela Espanca

Eu quero amar, amar perdidamente


Gandhi
A pobreza é a pior forma de violência


José Afonso

Já fui neve no mar, já fui espada na mão
Maio maduro Maio quem te pintou…
No céu cinzento sob o astro mudo…
Penitência dos a hidra quando há seca…


José Saramago
E dizemos amor sem saber o que seja…


Luís de Camões

Amor é um fogo que arde sem se ver
Mudam-se os tempos, mudam-se as vontades
Alma minha gentil que te partiste
Erros meus, má fortuna, amor ardente
Incómodo relapso por centenas até ao quarto…


Maria João Lopo de Carvalho

A solidão é uma forma tímida de tristeza

Mário de Sá Carneiro
Na minha vida há um baloiço


Miguel Torga <> Vitorino de Sousa

Um poema <> Poema com um piquinho a azedo


Natália Correia

Fiz com as fadas uma aliança
Creio nos anjos que andam pelo mundo


Sá de Miranda

Comigo me desavim


Vasco Santana

Pára e escuta, flor do meu martírio


Como se escreve no formato ‘simbiose’?