Touro

19/20 de Abril — 20/21 de Maio

Neste vídeo podes apreciar a estética do “Cartaz Touro” e ouvir o texto.
Encomenda-o aqui (apenas 5€), para ti ou para ofereceres.
Uma miniatura do cartaz, para ficares com uma ideia.

Se preferes levar a coisa um pouco mais longe, dispõe das minhas
consultas de astrologia humanista


Vénus (cujo símbolo enquadra este parágrafo) é o regente comum deste 2º signo do elemento Terra, que abarca o período central da Primavera. Por, juntamente com Mercúrio, ser um planeta interior (órbita entre o Sol e a Terra), a sua colocação por signo é um pouco diferente dos planetas exteriores. Assim, a mitológica Deusa do Amor só pode estar: 1) no signo do Sol; 2) nos dois signos anteriores; 3) nos dois signos posteriores. Para os taurinos, Vénus ou está em Touro/2, ou nos dois signos anteriores (Carneiro/1 ou Peixes/12) ou nos dois signos seguintes (Gémeos/3 ou Caranguejo/4). Esta circunstância é válida para qualquer outro signo. Se, por exemplo, a pessoa nasceu com o Sol em Balança (o outro signo regido por esta senhora), Vénus ou está em Balança/7, ou nos dois signos anteriores (Virgem/6 ou Leão/5) ou nos dois signos seguintes (Escorpião/8 ou Sagitário/9). É claro que não é indiferente Vénus estar aqui ou ali. Se queres saber em que signo está a “tua” Vénus, envia-me um e-mail com a data, a hora e o local de nascimento.


Conhece a função esotérica de Touro na
página 3 deste ficheiro

Os meus livros de temática astrológica
Na “Crónica da Incrível História do Patinho”,
a heroína do capítulo 2 é a Patinha Serena.

Fernando Pessoa – que sabia muito de astrologia – levantou os mapas de nascimento dos seus principais heterónimos e até criou um – Raphael Baldaya – para a sua faceta astrológica. Nos doze poemas do capítulo central do seu livro Mensagem, intitulado “Mar Português”, codificou os doze signos do zodíaco, embora fale das grandes figuras dos Descobrimentos. E fê-lo de uma forma tão genial que nem os próprios astrólogos, ao longo do tempo, se aperceberam. O 2º poema deste conjunto é dedicado a este signo do elemento Terra.

HORIZONTE

Ó mar anterior a nós, teus medos
Tinham coral e praias e arvoredos.
Desvendadas a noite e a cerração,
As tormentas passadas e o mistério,
Abria em flor o Longe, e o Sul sidério
‘Splendia sobre as naus da iniciação.

Linha severa da longínqua costa
Quando a nau se aproxima ergue-se a encosta
Em árvores onde o Longe nada tinha;
Mais perto, abre-se a terra em sons e cores:
E, no desembarcar, há aves, flores,
Onde era só, de longe a abstracta linha.

O sonho é ver as formas invisíveis
Da distância imprecisa, e, com sensíveis
Movimentos da esp’rança e da vontade,
Buscar na linha fria do horizonte
A árvore, a praia, a flor, a ave, a fonte –
Os beijos merecidos da Verdade.

Para ficares a saber como é que Fernando Pessoa “escondeu” o signo Touro neste poema (entre outras coisas), baixa o PDF do livro: A Astrologia em ‘Mar Português’.
Depois, consulta a página 12.

O compositor virginiano Gustav Holst (Inglaterra, 21.09.1874 — 25.05.1934 ) compôs uma suíte sinfónica chamada Os Planetas, na qual descreve a sua simbologia astrológica. No caso de Vénus – A Mensageira da Paz, repara como a música reflete a doçura venusiana.

Para aprofundar a compreensão do arquétipo Touro

Eu sou o Pacificador Simpático. Reconheço que a minha colaboradora, por vezes, é vaidosa. Mas, se ela recorre ao espelho, não é para perguntar “Quem é mais bela do que eu”, mas para, olhando-o pelo outro lado, tentar descobrir onde radica a voluptuosidade. Ela é a personificação da Graça, da Beleza e do Amor terreno, embora reconheça que, em alguns casos, possa ser encarada como o portal de acesso a um outro Amor, maior e mais abrangente.

Colocando o círculo do Espírito sobre a cruz da matéria, claramente se visualiza a essência do seu símbolo, tão utilizado pelos movimentos feministas. Pode até ser comparado com a representação gráfica de um espelho de tocador, redondo e com pega, no qual a Beleza se mira e aprova.

Se eu preguiçar, se me entregar aos vícios e à auto-indulgência, acabando por desistir dos meus valores mais queridos, aqui declaro baixinho que decerto me ficarão a doer os ombros, como se esse ponto do corpo fosse o lugar de assento de um peso antigo, símbolo de submissão e castigo, dor e sacrifício. O meu íntimo é calmo e simples, mas sou teimoso ao ponto de estar constantemente a espalhar, à minha volta, a recomendação de que se embeleze a Vida. No entanto, acontece-me ficar amuado, quando me acusam de me apaixonar pelo próprio Amor. Mas, que querem? Eu sou o segundo que acalma e sente.

Como soa o Cântico a Touro?
Texto do “Cartaz Touro” referido no topo da página

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