Sagitário

22/23 de Novembro — 21/22 de Dezembro

As previsões da insigne astróloga Rafaela Baldaia

Neste vídeo podes apreciar a estética do “Cartaz Sagitário” e ouvir o texto.
Encomenda-o aqui (apenas 5€), para ti ou para ofereceres.
Uma miniatura do cartaz, para ficares com uma ideia.


Se preferes levar a coisa um pouco mais longe, dispõe das minhas
consultas de astrologia humanista


Júpiter (cujo símbolo enquadra este parágrafo) é o regente comum deste 9º signo, do elemento Fogo, que fecha o Outono.  Júpiter (Zeus na mitologia grega) simboliza a expansão a todos os níveis, a filosofia, o desejo de atribuir significado evolutivo aos acontecimentos. Representa, portanto, a melhoria da condição individual, o crescimento da consciência, do conhecimento, da compreensão dos valores espirituais e religiosos, e da educação. Astrologicamente, esta questão da educação tem dois significadores: Mercúrio, regente de Gémeos, signo oposto a Sagitário, lida com a instrução primária, e com a recolha e o tratamento de todos os tipos de informação. Júpiter, rege educação superior, orientada para os interesses morais, filosóficos e espirituais. 

— A função esotérica de Sagitário —

Sagitário representa a cura do corpo emocional e o meio para alcançar a Transcendência. A figura do centauro (que simboliza Sagitário) representa o cruzamento entre as espécies humanas da Terra e as espécies humanóides, descendentes dos extraterrestres que aqui habitavam, principalmente na época da Atlântida. Os terrestres, embora não fossem animais, tinham características de grande animalidade, devido às traumatizantes experiências genéticas a que foram submetidos. Daqui surge a grande função de Sagitário: reciclar a memória destas experiências traumáticas e apagar os registos que elas deixaram no planeta, para que todos os seres humanos atuais se sintam em pé de igualdade entre si, esquecendo que, um dia, uns chegaram à Terra vindos do espaço, pertencentes a raças com um determinado tipo de morfologia corporal, e outros viviam aqui com corpos relativamente diferentes. Embora a humanidade derive de uma complexa amálgama de códigos genéticos de vários povos exteriores, já não faz sentido falar dessas origens. Portanto, Sagitário fomenta no planeta o espírito de união, fruto da elevação da consciência de uma civilização caracterizada pela Complementaridade. A vibração emanada pelas estrelas desta constelação é a mais importante de todas as que chegam à Terra.

O NOME DO JOGO É TOTALIDADE
Vídeo
A viagem de Sagitário pelas doze casas astrológicas
(ver o item abaixo)

Os meus livros de temática astrológica
Na “Crónica da Incrível História do Patinho”,
o herói do capítulo 9 é o Patinho Grandalhão.

Fernando Pessoa – que sabia muito de astrologia – levantou os mapas de nascimento dos seus principais heterónimos e até criou um – Raphael Baldaya – para a sua faceta astrológica. Nos doze poemas do capítulo central do seu livro Mensagem, intitulado “Mar Português”, codificou os doze signos do zodíaco, embora fale das grandes figuras dos Descobrimentos. E fê-lo de uma forma tão genial que nem os próprios astrólogos, ao longo do tempo, se aperceberam. O 9º poema deste conjunto é dedicado a este signo outonal, que, como vimos,  fomenta a elevação da consciência e da alma para os planos elevados. Não admira que Fernando Pessoa, no poema referente ao signo que é regido pelo maior planeta do sistema solar, evoque o maior navegador dos Descobrimentos portugueses, dando-lhe o título:

ASCENSÃO DE VASCO DA GAMA

Os Deuses da tormenta e os gigantes da terra
Suspendem de repente o ódio da sua guerra
E pasmam. Pelo vale onde se ascende aos céus
Surge um silêncio, e vai, da névoa ondeando os véus,
Primeiro um movimento e depois um assombro.
Ladeiam-no, ao durar, os medos, ombro a ombro,
E ao longe o rastro ruge em nuvens e clarões.

Em baixo, onde a terra é, o pastor gela, e a flauta
Cai-lhe, e em êxtase vê, à luz de mil trovões,
O céu abrir o abismo à alma do argonauta.

Para ficares a saber como é que Fernando Pessoa “escondeu” o signo Sagitário neste poema (entre outras coisas), baixa o PDF do livro: A Astrologia em ‘Mar Português’.
Depois, consulta a página 47.

O compositor virginiano Gustav Holst (Inglaterra, 21.09.1874 — 25.05.1934 ) compôs uma suíte sinfónica chamada Os Planetas, na qual descreve a sua simbologia astrológica. No caso de Júpiter – O Mensageiro da Alegria, repara como a música soa cheia de dinamismo, entusiasmo e alegria.

Para aprofundar a compreensão do arquétipo Sagitário.

Eu sou o Arqueiro Viajante. “Noves fora, e o nada prevalece”. Sim, é verdade. Qualquer ser inteligente que não se esforce por atribuir um significado ao que vai acontecendo, concluirá, mais cedo ou mais tarde, que a sua vida não faz sentido. Eu sou o conhecimento superior, sou quem promove o alargamento das fronteiras — e não escondo a minha preferência por aquelas que limitam os humanos interiormente.

Gosto de especular e de me entregar à Filosofia. Nesse sentido, sou quem digere e assimila toda a informação adquirida pelo meu oposto complementar — Gémeos – O Jovial Conversador —, a já citada borboleta que tudo quer saber e armazena, mesmo que seja mentira. Mas eu compreendo, porque sou benevolente e tolerante.

O meu temperamento é protetor, e costumo distribuir abundância e recompensas.
Há quem diga que sou uma lente ampliadora, já que a minha natureza tende a tudo dilatar.

Sou bem disposto. E há quem refira que posso comparar-me a uma cenoura pendurada na ponta da vara, oscilando à frente da cabeça do burro, para que ele ande para a frente! Bom… Eu sou O nono que expande e compreende.

Como soa o Cântico a Sagitário?
Texto do “Cartaz Sagitário” referido no topo da página


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