Put’Orregyla

Put’Orregyla (Puto Reguila) é um dos meus sobrinhos arcturianos.
É f
ilho da minha irmã Abell Udha, que se recusou a encarnar no terceiro calhau a contar do Sol. E fez ela muitíssimo bem! Eu, se soubesse o que sei hoje acerca deste planeta, também me teria recusado.

Se achas que a verdade sai da boca das crianças, dá atenção ao que diz este ‘índigo puro-sangue’ (fihgie kkuyetb-hieag, em arcturiano),
com quem muito me identifico:

 

 Paulinha, diz aos teus pais: “Não me ridicularizem, desprezem, diminuam ou envergonhem perante a família, os vizinhos e os amigos. Tratem-me com respeito, porque eu não sou uma delinquente. Reconheçam a minha existência e, se possível, considerem os meus argumentos e sugestões.”

Jovens da Terra!… Acordem e assumam a vossa condição! Digam aos vossos paizinhos: “Expliquem-me, de forma decente, por que me me educam desta maneira. Vocês são meus pais; não são meus patrões. Não mandam em mim! Se aprenderem a colaborar comigo, teremos paz; se me tratarem com autoritarismo, teremos sarilho!”

Joana, diz aos teus pais: “Em vez de decidirem sozinhos os assuntos que me dizem respeito, predisponham-se a conversar comigo. Procurem dar-me explicações sensatas e proporcionem-me oportunidades para participar nas decisões do que me diz respeito. Ou seja, não decidam por mim, caneco!”

Martim, diz a quem te pôs neste mundo desvairado: “Só quando despertarem a vossa criatividade é que encontrarão uma forma inteligente de lidarem comigo. Não perceberam? Quero eu dizer que só assim me ajudarão a desenvolver as minhas potencialidades!”

Jovens da Terra! Não se deixem influenciar por adultos pindéricos e ignorantes! Seja qual for a situação, decidam e ajam em função da vossa consciência. Força nisso!