Leão

22/23 de Julho — 22/23 de Agosto

Vídeo sobre o signo Leão

Vídeo a propósito do ‘coração espiritual

 Vídeo sobre o texto e a estética do “Cartaz Leão”

Encomenda-o aqui (apenas €5), para ti ou para ofereceres.
Uma miniatura do cartaz, para ficares com uma ideia.

Se preferes levar a coisa um pouco mais longe, dispõe das minhas
consultas de astrologia humanista


O Sol (cujo símbolo enquadra este parágrafo) é o regente comum deste 5º signo, do elemento Fogo, que marca o pino do Verão. Há imensas pessoas nascidas com Sol em Leão. Uma das razões que contribui para serem tão diferentes umas das outras é o facto de os signos e os elementos da Lua e do Ascendente poderem ser “contrastantes” e “desdizerem-se” uns aos outros. Acresce que o Sol, em cada ano, não entra em Leão (e nos outros signos) sempre à mesma hora. Repara na lista abaixo:

20 e 21 de março – pode ser Peixes ou Carneiro
19 e 20 de abril – pode ser Carneiro ou Touro
20 e 21 de maio – pode ser Touro ou Gémeos
20 e 21 de junho – pode ser Gémeos ou Caranguejo
22 e 23 de julho – pode ser Caranguejo ou Leão
22 e 23 de agosto – pode ser Leão ou Virgem
22 e 23 de setembro – pode ser Virgem ou Balança
22 e 23 de outubro – pode ser Balança ou Escorpião
22 e 23 de novembro – pode ser Escorpião ou Sagitário
21 e 22 de dezembro – pode ser Sagitário ou Capricórnio
19 e 20 de janeiro – pode ser Capricórnio ou Aquário
19 ou 20 de fevereiro – pode ser Aquário ou Peixes

Se nasceste num destes dias e pretendes esclarecer a dúvida,
envia um e-mail com a data, a hora (de 00:01 a 23:59) e o local de nascimento.

Conhece a função esotérica de Leão na
página 6 deste ficheiro

Os meus livros de temática astrológica
Na “Crónica da Incrível História do Patinho”,
o herói do capítulo 5 é o Patinho Vaidoso.

Fernando Pessoa – que sabia muito de astrologia – levantou os mapas de nascimento dos seus principais heterónimos e até criou um – Raphael Baldaya – para a sua faceta astrológica. Nos doze poemas do capítulo central do seu livro Mensagem, intitulado “Mar Português”, codificou os doze signos do zodíaco, embora fale das grandes figuras dos Descobrimentos. E fê-lo de uma forma tão genial que nem os próprios astrólogos, ao longo do tempo, se aperceberam. O 5º poema deste conjunto é dedicado a este signo.

EPITÁFIO DE BARTOLOMEU DIAS

Jaz aqui, na pequena praia extrema,
O Capitão do Fim. Dobrado o Assombro,
O mar é o mesmo: já ninguém o tema!
Atlas, mostra alto o mundo no seu ombro.

Para ficares a saber como é que Fernando Pessoa “escondeu” o signo Leão neste poema (entre outras coisas), baixa o PDF do livro: A Astrologia em ‘Mar Português’.
Depois, consulta a página 30.

O compositor virginiano Gustav Holst (Inglaterra, 21.09.1874 — 25.05.1934 ) compôs uma suíte sinfónica chamada Os Planetas, na qual descreve a sua simbologia astrológica. Esta obra, porém, não contempla o Sol (porque não é um planeta), nem Lua (porque é um satélite) e Plutão porque a obra é de 1916, e este planeta só foi descoberto em 1930. Nos outros signos poderás apreciar as diversas partes desta obra:

Marte – O Mensageiro da Guerra (Carneiro)
Vénus – A Mensageira da Paz (Touro ou Balança)
Mercúrio – O Mensageiro Alado (Gémeos ou Virgem)
Júpiter – O Mensageiro da Alegria (Sagitário)
Saturno – O Mensageiro da Velhice (Capricórnio)
Urano – O Mágico (Aquário)
Neptuno – O Místico (Peixes)

Mas, para que esta página não fique sem música, proponho a audição dos quatro minutos iniciais da eloquente ‘Sinfonia Alpina’ do compositor alemão/geminiano Richard Strauss (11.06.1864 / 08.09.1949). A peça (que descreve musicalmente um passeio pelos Alpes, desde a aurora ao pôr do sol), começa com o “pianíssimo”, que representa o silêncio e a tranquilidade da noite, até que, num crescendo de “luz”, o Sol surge num fortíssimo. Simplesmente genial.

Para aprofundar a compreensão do arquétipo Leão

Eu sou o Criador Ambicioso. Sou quem aviva, anima e, como Estado do Ser, não pára de brilhar. Encarado pelo ângulo do meu real e brilhante colaborador — o Sol, símbolo da identidade —, dou sinal dentro de cada um e, por isso, reconhecidamente me apelidam de Centelha Divina. Querem com isto dizer que sou o promotor daquela ideia de que, para conhecer a Divindade, basta que a pessoa se autoconheça. Uma vez isto aceite, revela-se a evidência de que cada ser humano é uma célula de um organismo mais amplo e vivo chamado Universo. Mesmo que os seus altos desígnios pareçam insondáveis (porque a humanidade não compreende os ciclos que lhe são inerentes), importa respeitá-los, desempenhando o melhor possível o papel que, desta vez, a cada um coube neste teatro cósmico.

Não admira que se veja em mim um rei. O meu ardente desejo é fazer luz onde só existem trevas. Contudo, embora as trevas esperem sempre pelo dia que altere a sua condição, não posso dar-me ao luxo de as eliminar definitivamente, pois são imprescindíveis para que melhor me reconheçam e apreciem. Enfim, sempre a velha questão da polaridade. Tenho orgulho, muito orgulho mesmo, na minha função, pois é evidente que, sem mim, nada existiria. Seria bom que a humanidade pudesse interiorizar o que ficou dito, para que lhe fosse possível subscrever esta breve, mas real, declaração. Estou em crer que a sabedoria fá-lo-ia prudente e avisado como, no melhor dos casos, faz àquele que, como eu, é o quinto que domina e quer.

Como soa o Cântico a Leão?
Texto do “Cartaz Leão” referido no topo da página


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