Gémeos

20/21 de Maio — 22/23 de Junho

Neste vídeo podes apreciar a estética do “Cartaz Gémeos” e ouvir o texto.
Encomenda-o aqui (apenas 5 “criancices”), para ti ou para ofereceres.
Uma miniatura do cartaz, para ficares com uma ideia.

Se preferes levar a coisa um pouco mais longe, dispõe das minhas
consultas de astrologia humanista


Mercúrio (cujo símbolo esquadra este parágrafo) é o regente comum deste 3º signo do elemento Ar que encerra a Primavera. Rege também Virgem, do elemento Terra. Por ser um planeta interior (órbita entre o Sol e a Terra), a sua colocação por signo é um pouco diferente dos planetas exteriores. Assim, este mitológico Mensageiro dos Deuses só pode estar: 1) no signo do Sol; 2) no signo anterior; 3) no signo posterior. Para os geminianos, Mercúrio ou está em Gémeos/3, ou no signo anterior (Touro/2) ou no signo seguinte (Caranguejo/4). Esta circunstância é válida para qualquer outro signo. Se, por exemplo, a pessoa nasceu com o Sol em Peixes, Mercúrio ou está em Peixes/12, ou no signo anterior (Aquário/11) ou no signo seguinte (Carneiro/1). É claro que isto faz toda a diferença na estrutura mental da pessoa.  Se queres saber em que signo está o “teu” Mercúrio, envia-me um e-mail com:
1) Data de nascimento (dia, mês, ano)
2) Hora de nascimento (de 00:01 a 23:59)
3) Local de nascimento (vila ou cidade).


MERCÚRIO

Vídeo: O “efeito pêndulo” de Mercúrio

Vídeo: Porque é que Mercúrio rege dois signos?

Vídeo: O comportamento do “Mensageiro dos Deuses”
nos dois signos de que é regente: Gémeos e Virgem


A estrutura geométrica dos símbolo de Mercúrio

Conhece a função esotérica de Gémeos na
página 4 deste ficheiro

Os meus livros de temática astrológica
Na “Crónica da Incrível História do Patinho”,
o herói do capítulo 3 é o Patinho Tagarela.

Fernando Pessoa – que sabia muito de astrologia – levantou os mapas de nascimento dos seus principais heterónimos e até criou um – Raphael Baldaya – para a sua faceta astrológica. Nos doze poemas do capítulo central do seu livro Mensagem, intitulado “Mar Português”, codificou os doze signos do zodíaco, embora fale das grandes figuras dos Descobrimentos. E fê-lo de uma forma tão genial que nem os próprios astrólogos, ao longo do tempo, se aperceberam. O 3º poema deste conjunto é dedicado a Gémeos, que era o signo de nascimento do poeta. Talvez por isso a personagem fala na primeira pessoa.

PADRÃO

O esforço é grande e o homem é pequeno.
Eu, Diogo Cão, navegador, deixei
Este padrão ao pé do areal moreno
E para diante naveguei.

A alma é divina e a obra é imperfeita.
Este padrão sinala ao vento e aos céus
Que, da obra ousada, é minha a parte feita:
O por-fazer é só com Deus.

E ao imenso e possível oceano
Ensinam estas quinas, que aqui vês,
Que o mar com fim será grego ou romano:
O mar sem fim é Português.

E a Cruz ao alto diz que o que me há na alma
E faz a febre em mim de navegar
Só encontrará de Deus na eterna calma
O porto sempre por achar.

Para ficares a saber como é que Fernando Pessoa “escondeu” o signo Touro neste poema (entre outras coisas), baixa o PDF do livro: A Astrologia em ‘Mar Português’.
Depois, consulta a página 18.

O compositor virginiano Gustav Holst (Inglaterra, 21.09.1874 — 25.05.1934 ) compôs uma suíte sinfónica chamada Os Planetas, na qual descreve a sua simbologia astrológica. No caso de Mercúrio – O Mensageiro Alado, repara como a música reflete a  irrequietude mercuriana.

Para aprofundar a compreensão do arquétipo Gémeos

Eu sou o Jovial Conversador. É reconhecida a minha irrequietude e instabilidade. Movido pela curiosidade intelectual, é comum verem-me a borboletear sem descanso entre temas e conceitos, entre um lugar e outro, depenicando os vários sabores culturais, não raro evidenciando alguma dificuldade em me fixar. Se não posso, ou não me deixam, explicitar o fruto dos meus pensamentos e o resultado das minhas análises, descreio do que penso fazer. Mas se dão azo a que sopre sem referência a uma estrutura, sou capaz de conduzir à demência.

Na verdade, dificilmente se pode mudar a realidade, mas pode fazer-se um esforço no sentido de alterar a forma como ela é encarada e percebida. Amiúde, esse ajuste do relacionamento com aquilo que os olhos leem, é feito durante a “convalescença” das provações que levam o indivíduo a confrontar-se consigo mesmo: ao rever o seu comportamento, amadurece e reconstrói, com novos materiais, a base onde assentará a renovada configuração da personalidade.

Somos nós, eu e o meu colaborador, Mensageiro dos Deuses (muito estimado porque dispõe de capacete e sandálias com asas, para cumprir rapidamente a vontade de Zeus), que proporcionamos essa capacidade. Guardo-lhe imensa estima e amizade porque, entre outras façanhas, a sua habilidade manual levou-o a construir a lira de Apolo, cujos acordes são um dos prazeres do Olimpo.

Muito me confrange ver alguém a subestimá-lo, porque o Homem é um ser onde o irracional está escondido, ou, se não está, manifesta-se de uma forma compulsiva, à revelia do consciente. No entanto, como entidade espiritual em evolução, esse mesmo Homem trás consigo a capacidade de evoluir e de se elevar. Embora situados em patamares diversos, todos os seres humanos têm pela frente o interminável Futuro, guardião da Harmonia. Portanto, quem, ao percorrer a Espiral Evolutiva, estiver já em condições de almejar a Paz, sabe, por cada dor que integra, de quanto ele é capaz. Eu integro-o e sou o terceiro que sopra e pensa.

Como soa o Cântico a Gémeos?
Texto do “Cartaz Gémeos” referido no topo da página


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